"Atenção: foi ampliado o prazo para pedido de contagem de créditos para Colação de Grau do mês de dezembro, que agora é de 03 a 11/12/18. Com isso, a data da Colação foi alterada para 17/12/18, uma segunda-feira.
 
A Secretaria"

Considerando o atual cenário político brasileiro, o corpo social do Instituto de Psicologia vem a público reafirmar o compromisso social da Psicologia com a defesa da democracia e dos Direitos Humanos. Como instituição de formação e atendimento à população, buscamos exercer práticas alinhadas à defesa de negras e negros, indígenas, pessoas com deficiência, mulheres vítimas de violência, pessoas LGBTIs e todo e qualquer grupo oprimido e em situação de vulnerabilidade. Valorizamos as medidas de democratização do ensino como as políticas de ação afirmativa e assistência estudantil comprometidas com a construção de uma universidade pública, gratuita e de qualidade para todas e todos. Nesse sentido, repudiamos veementemente toda prática de segregação e promoção de racismo, machismo, misoginia, LGBTIfobia e discurso de ódio em geral, bem como a utilização de práticas psicológicas como instrumentos de castigo, tortura ou qualquer forma de violência. Nos posicionamos pela afirmação de um mundo mais comum que seja diverso e heterogêneo – e, nesses termos, pela defesa da democracia. O compromisso ético-politico da Psicologia se sustenta pela incansável busca de uma sociedade mais justa e menos desigual. Pelo posto, é inadmissível toda forma de tortura, censura ou prática que fira a liberdade de ativismo e a autonomia universitária. Sem a democracia a Psicologia não pode existir.

Instituto de Psicologia

Site do PPGP Programa de Pós Graduação do Instituto de Psicologia da UFRJ

Resultado da primeira etapa do processo de ingresso aos cursos do PPGP!

https://ppgp.psicologia.ufrj.br/

 

 

O Instituto de Psicologia se junta vozes consternadas que lamentam o incêndio que devastou o Museu Nacional, na noite de domingo, no Rio de Janeiro. Trata-se não de um evento isolado de destruição da ciência e cultura do nosso país, nem obra caprichosa do acaso. Sofremos de uma caprichosa arquitetura de desmonte e sucateamento do nosso patrimonio científico e cultural. O Museu Nacional e nossas instituições científicas sofrem com a falta regular de recursos, os cortes, e, agora, com a EC 95, que congelou os gastos públicos por 20 anos, este quadro estarrecedor irá se aprofundar ainda mais. Um acervo inestimável de dois século se perde. Bem como o trabalho de centenas de pesquisadores. Nos solidarizamos com os professores, pesquisadores, estudantes e servidores do Museu Nacional e pedimos providências para a recuperação do que for possível. Ciência e cultura são produções que dão sentido ao nosso mundo e que promovem a imagem de quem fomos e do que seremos. Quem visitou o Museu Nacional pôde experimentar um pouco mais de quem fomos e quem poderíamos ser no reencontro com variados mundos cientificos e culturais. O que seremos sem o Museu Nacional?

 

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Informamos que a sala de informática do IP (LIRP) está reservada para a disciplina Tratamento de Dados às sextas de manhã, das 9h20 até 12h50. Pedimos que aqueles, que não estarão cursando esta disciplina em 2018.2, não utilizem a sala nesse período.

 

Equipe LIRP

Na última quarta-feira (14/03/2018), por volta das 21:30, a vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (PSOL) foi morta a tiros no bairro do Estácio, região central do Rio de Janeiro. Na ação foi igualmente assassinado o motorista do carro onde ela estava, Anderson Pedro Gomes, e foi ferida uma assessora de Marielle.

A vereadora era relatora da Comissão que irá acompanhar a Intervenção Federal no Rio de Janeiro, e uma notória ativista dos Direitos Humanos.

A polícia ainda investiga o caso, mas ele tem todas as características de uma execução. Marielle estava ativamente denunciando a violência do 41o Batalhão da PM, conhecido em suas publicações como Batalhão da Morte. Políticos de várias esferas ideológicas manifestaram pesar e revolta.

O Instituto de Psicologia não pode ficar alheio a este caso, e utiliza este espaço para manifestar sua indignação pelo assassinato da vereadora, e pelo modo como se conduz a Intervenção Federal no Rio de Janeiro.

Quando uma representante legitimamente eleita e defensora de causas vitais é assassinada (seja provavelmente por interesses de máfias ou de bordas obscuras próprio Estado) sua morte não é apenas digna de um pesar e revolta pessoais mas de nossa própria república e de nossa democracia.

Estamos cansados de ver o sangue de militantes de direitos civis e de minorias (de gênero, étnicas ou sócio-econômicas) correndo pelas ruas de nossas cidades e queremos ver nossa democracia reestabelecida. Não apenas no exercício do voto, mas nas garantias mais cotidianas da nossa vida.

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